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Toda a fruta que tenho em casa foi comprada no mercado. Aliás, a maioria dos frescos vem de lá, proteína animal incluída. Durante muito tempo achei que os preços lá praticados se deviam apenas a alguma chico-espertice de quem cobra couro e cabelo por algo que se compra por quase tuta e meia num hiper/supermercado. Com o tempo comecei a colocar em causa se o custo do barato valeria assim tanto a pena. Desde hortaliça que é incapaz de durar mais de três dias no frigorífico, a carne em más condições de ser consumida (a última vez foi um coelho peganhento e com péssimo cheiro) e peixe de aquicultura a saber a hortelã-menta. Ainda me falta referir um episódio onde comprei moelas num talho muito famoso da zona, congelei-as e quando as decidi usar, poucos dias depois, cheiravam a podre. Explicação: é hábito descongelarem e venderem como se fosse produto fresco…

Por enquanto não tive más experiências no mercado e aqueles morangos da foto, sabem, cheiram divinalmente. Com cheiro idêntico só mesmo os moranguitos que vão surgindo de forma muito tímida nas minhas varandas. O tempo não tem ajudado. E por enquanto é o único sítio onde encontro pak choys e cogumelos de toda a variedade e feitio a dois passos de casa. Por isso, entre barato e mau e um pouco mais caro, mas acessível e bom é evidente para que lado a balança pende.

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