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Na passada quinta-feira terminei a túnica  da Burda de Maio, modelo 125. Se me agradou que a túnica me ficasse tal e qual como no modelo da revista não me agradou o facto de ser tão larga que é impossível de usar sem cinto. Talvez seja uma das maiores críticas que encontro vezes sem conta em vários blogues estrangeiros. Todos os moldes, ou quase todos, da Burda a partir do 44 para cima são, tendenciosamente, largos e sem estrutura.

Como o material usado era jersey julguei que o corte fosse mais ajustado e que iria poder usar a túnica durante boa parte do Verão… No entanto, posso assegurar que tirando a largura excessiva, cai muito bem na zona do peito. E graças ao cinto recupera-se a cintura escondida debaixo de pano a mais.

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Terminei também as calças Jalie para a C. Gosto imenso do resultado. Ficam-lhe super bem e o melhor de tudo é que o corte é tal como o das calças de compra. Vou procurar vários tipos de ganga elástica (o molde requer pelo menos 20% de elasticidade) e costurar mais uns pares de calças para o próximo Inverno. Ela já olha com um pouco de soslaio para os tecidos abebezados e não a posso censurar por isso. Chama-se crescimento.  😉

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Ainda para a C. com um retalho de luneta da Feira dos Tecidos fiz um avental básico. O retalho era tão grande que sobrou tecido suficiente para fazer um para mim. Que ainda não está feito…

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Antes de dedicar mais tempo a aventais vou fazer esta blusa para mim. Será a terceira vez que uso este molde e pelo menos sei que não fico a parecer como se tivesse uma saca de batatas vestida com uma tira a fazer de cinto. A minha frustração com o molde da Burda permanece… Só depois disso irei fazer um avental e quiçá, eu e ela fiquemos tal e qual uma estampa dos gloriosos anos 50.

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Enquanto isso não acontece, uma boa semana para todos, e até breve!

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