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Quando alguém faz uma cover de uma das músicas que mais adoro geralmente considero que nunca conseguem ultrapassar a qualidade do original. Simon and Garfunkel acompanharam-me durante os meus 19/21 anos. A cassete estava sempre no meu gravador e ouvia os seus êxitos sem parar. Sound of Silence era uma das músicas que tinha um efeito encantatório em mim. Uma aura de misticimo e de fatalismo que, estranhamente, me aquecia por dentro. Era uma miúda estranha com aquela idade. 🙂

Há uma semana o meu marido mostrou-me esta cover dos Disturbed, banda que desconhecia e que, honestamente, não faz o meu género musical. Mas a forma como a música é interpretada deixou-me com arrepios na nuca.

Deixo-vos a letra, em inglês, e o vídeo para que possam tirar as vossas conclusões. Seria bom que o mundo tivesse mudado para melhor e que o(s) deus(es) criado(s) à nossa imagem e semelhança tivesse(m) sido quebrado(s) para todo o sempre. E o mundo seria finalmente livre.

 

Hello darkness, my old friend,
I’ve come to talk with you again,
Because a vision softly creeping,
Left its seeds while I was sleeping,
And the vision that was planted in my brain
Still remains
Within the sound of silence.

In restless dreams I walked alone
Narrow streets of cobblestone,
‘Neath the halo of a street lamp,
I turned my collar to the cold and damp
When my eyes were stabbed by the flash of a neon light
That split the night
And touched the sound of silence.

And in the naked light I saw
Ten thousand people, maybe more.
People talking without speaking,
People hearing without listening,
People writing songs that voices never share
And no one dared
Disturb the sound of silence.

“Fools,” said I, “You do not know.
Silence like a cancer grows.
Hear my words that I might teach you.
Take my arms that I might reach you.”
But my words like silent raindrops fell
And echoed in the wells of silence

And the people bowed and prayed
To the neon god they made.
And the sign flashed out its warning
In the words that it was forming.
And the sign said, “The words of the prophets are written on the subway walls
And tenement halls
And whispered in the sounds of silence.”

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