Paris novamente. E, no entanto, outros ataques contra a humanidade continuam a ser perpetuados diariamente no nosso planeta. A raiz é o ódio. Puro ódio e sede absurda por poder. Uma constante ironia quando não passamos de pó de estrelas. Somos seres insignificantes. Vivemos num planeta que não passa de uma fracção minúscula de um grão de areia em comparação com a vastidão aterradora do Universo. E mesmo assim, nós, fragmentos de pó, causamos a destruição e a morte numa busca por poder durante uma miserável fracção de tempo. Por isso o sol não deixa de brilhar, a órbita da Terra não pára e o Universo não entra em colapso. Somos nada e o nem o Sol pestaneja quando vê a repetição contínua do mal. O mal reside em nós e desaparecerá quando já cá não estivermos.

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