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Na semana passada enquanto o meu olhar percorria o feed de notícias facebookiano um artigo despertou-me a atenção: http://www.marthastewart.com/1106009/konmari-trendy-new-organizing-method

A ideia de arrumar a casa para sempre pareceu-me apelativo e, quando dei por mim, já tinha adquirido o livro da Marie Kondo: The Life-Changing Magic of Tidying Up. Li-o em poucas horas e no dia seguinte meti mãos à obra. Arrumei as gavetas de roupa interior e o meu roupeiro seguindo o método KonMari. A ideia de me livrar da tralha da qual não preciso/não uso é familiar. Há uns anos atrás tentei seguir o método minimalista mas achei-o pouco libertador e demasiado asceta para o meu gosto pessoal. A verdade é que gosto de ter coisas. As razões para gostar de ter coisas são duas: são bonitas e/ou preciso ou irei precisar delas. A última blusa que fiz para a C. foi o resto de um tecido que usei há mais de 3 anos. Durante esse tempo esteve armazenado numa caixa plástica grande juntamente com outros restos de tecidos. Não encaro a caixa e o seu conteúdo como objectos supérfluos.

O método KonMari baseia-se basicamente nisto: deves só ficar com aquilo que te traz alegria ou necessitas. Se armazenas centenas de cadernos do tempo da escola, roupa que já não te serve ou tens uma colecção de sapatos que ascende a várias dezenas de pares estás a roubar espaço à casa que, por sua vez, não pode cumprir o seu propósito que é o de te sentires bem. Tem todos os traços base do minimalismo mas dá espaço de manobra para manter as tais coisas inúteis que nos alegram o coração/alma.

No entanto, o melhor do livro são as técnicas de organizar e arrumar roupa. Já perdi conta às horas perdidas a arrumar roupa para uma semana depois as gavetas voltarem a parecer monstros loucos que vomitam peças de roupa. Por isso, aconselho vivamente a leitura do livro e/ou uma pesquisa pelo Google. Encontrarão várias fotos do antes/depois e artigos que explicam detalhadamente o método.

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