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Ufa! Finalmente recuperada! Quando comecei a sentir-me doente pensei tratar-se de uma constipação. Só quase uma semana depois é que os sintomas ficaram mais claros. Não era uma constipação mas, sim, uma faringite. É nestas alturas que tenho de estar grata pela existência de medicamentos. Curar uma faringite sem medicamentos acredito que seja possível, mas deve ser uma recuperação bem lenta. Aproveito para agradecer, mais uma vez, a quem me desejou as melhoras.  🙂

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Hoje consegui “atacar” o vestido e começar a cortar a saia. Optei por fazer primeiro a saia porque é o mais fácil. Depois avançarei para a parte de cima e terei de enfrentar o meu medo de “embeber” as mangas…

Quando faço roupa para mim ou para a minha filha que terá a finalidade de sair de casa prefiro fazer as marcações com linha de alinhavar do que optar pelo método de cortar o tecido com as margens de costuras certas e depois unir tudo com alfinetes.

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Embora faça tal coisa com roupa que serve para andar em casa prefiro ir devagar na confecção de vestidos e outras peças de vestuário.  Sempre vi a minha mãe a preparar as peças dessa forma. Marcava o tecido com os tais “picos”, cortava e depois ligava as peças primeiro à mão e só depois na máquina.  Como quem sai aos seus não degenera é assim que faço. Demoro mais tempo, sem dúvida. O vestido em vez de ficar pronto em meia dúzia de dias é capaz de me levar duas semanas. Mas acredito que há algo de benéfico quando se dedica tanto tempo à preparação das peças antes de serem cosidas à máquina. Aprende-se a respeitar o tecido e a conhecê-lo melhor. E sobra tempo para se remediar pequenos enganos e um molde que afinal ainda necessita de ser mais ajustado. Longe vão os dias em que julgava que uma máquina de costura era uma espécie de máquina de lavar. Era só meter o tecido lá dentro e voilá, saía um vestido novo! 🙂

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