Miudezas

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Há muito que tenho andado a pensar em costurar pijamas e cuecas. Nestes últimos dias costurei pijamas de verão para mim e cuequinhas para a miúda cá da casa.

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O tecido do pijama e das cuecas às bolas comprei-o na loja MikeTecidos. O primeiro é uma malha de algodão com lycra  e o segundo é apenas malha de algodão. O tecido dos insectos foi comprado aqui. Os elásticos comprei-os numa lojinha no Etsy. Neste momento estou a explorar outras opções, nomeadamente no Ebay, onde me parece que é possível comprar elástico para lingerie francamente mais barato. Para umas cuecas de criança tamanho 116, precisei de um metro de elástico.

Os moldes usados foram todos gratuitos. O das cuecas podem encontrá-lo aqui (atenção que a maioria dos tamanhos são a pagar) e o do pijama na página de facebook da George &Ginger pattern, na publicação inicial do grupo.

Falta-me referir que o tecido do pijama ficou a 3 euros e pouco. Comprei-o num conjunto com mais 6 tecidos, todos com um metro e meio, por 27 euros no total (portes de envio gratuitos). A qualidade dos tecidos é bastante boa e o preço, na minha opinião, imbatível.

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47 cêntimos

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Há cerca de duas semanas comprei alguns tecidos na Feira dos Tecidos e recebi um vale de desconto no valor de 3,48 euros para usar no sábado seguinte. Já andava de olho num retalho de jersey fino de algodão e aproveitei o vale para o comprar. Em suma, comprei um retalho por 47 cêntimos. Nem mais, nem menos.

Após alguma indecisão optei por este modelo da Burda de Agosto de 2016. Caso o torne a fazer irei optar por encurtar um pouco a largura das costas. De resto, fiquei muito contente com o resultado e com o dinheiro gasto: 47 cêntimos (mais coisa, menos coisa tendo em conta que usei linha e electricidade).

Balanço de um ano em Ensino Doméstico

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Foi um bom ano.  A C., após um começo cheio de nervoso miúdo, começa a tratar os livros por tu e anda sempre com um livro na mão. Confesso que fico feliz de a ver a ler mal acorda ou quando prefere desligar a televisão (acontecimento cada vez mais frequente) para se agarrar aos livros.

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A actividade extra-curricular de que mais gosta é da aula de ciências num colégio perto de casa. Já nos pede um microscópio, coisa que abominava há uns bons meses atrás, e nem o facto de ser a única menina da aula a preocupa. Gosta de  falar nas experiências científicas que faz e fiquei a saber que ajuda a professora a meter ordem na aula  quando os colegas não se calam ou começam a fazer tolices.

A par com a aula de ciências e o manual de Estudo do Meio, a Escola Virtual, da Porto Editora, tem sido uma mais valia. Não posso, como tal, deixar de recomendar a sua utilização.

A aprendizagem da Matemática tem sido serena e constante. Tudo a par e passo e com total respeito pelo seu ritmo. É escusado lançar as bases rapidamente para depois tudo se desmoronar no fim do segundo ciclo, ou ainda antes. Continuo a usar o método Singapura mas, de momento, dou preferência ao programa do Shanghai Maths. Inicialmente parecia-me mais puxado do que o de Singapura e, por isso, não o usava muito. Há uns meses comecei a perceber que a C. respondia melhor ao ritmo do Shanghai Maths. Por agora é o programa principal e o de Singapura é um bom complemento à aprendizagem.

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Para o próximo lectivo irei adicionar a disciplina de Filosofia (para crianças) e a aprendizagem do ábaco Soroban com a ajuda destes manuais e colecção de livros:

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Em média o Ensino Doméstico, na sua vertente estritamente formal, ocupa cerca de uma hora a duas horas do tempo dela por dia. Isto a nível de um primeiro ano de escolaridade. Calculo que no próximo ano o tempo médio diário irá aumentar até ao máximo de três horas por dia. Tenho de reconhecer que, para mim, ocupa-me uma boa parte do tempo. Além do tempo de preparação dou por mim a procurar os melhores manuais para apoiarem a aprendizagem. Como professora de línguas estou numa demanda pessoal porque quero também introduzir o Inglês em 2017/2018 e não sei ainda que manual devo usar. Olho com desconfiança para os manuais de Inglês usados pelas AEC’s/escolas de 1.º ciclo porque sei que introduzir uma língua estrangeira sem rigor só proporciona uma sucessão de disparates e de desastres. Por algum motivo, além da Matemática, o Inglês é a disciplina com piores resultados no 2.º ciclo. Terei até Setembro para me decidir e ponderar qual o melhor caminho a seguir. Entretanto já encontrei livros de iniciação que irei usar:

Fim de temporada

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No sábado passado terminei aquela que será a última peça de roupa a ser costurada para esta Primavera. Depois de limpezas ao roupeiro apercebi-me de que não tenho uma única peça de roupa para o Verão. Nada. Nadinha. Nadinha de nadinha. Mentira: tenho um par de calças de ganga e uma blusita. Mais nada.

Fiz o vestido modelo 112 de Fevereiro de 2006. O estilo de vestido mais justo chamou-me à atenção, assim como aquele folho gigantesco em baixo. Gosto de pirosices, que querem? Mas optei, sensatamente, por fazer a versão discreta do vestido. Usei uma sarja com elasticidade que comprei há mais de um ano na Tecidos.com.pt em saldos.

Tive de substituir o fecho do vestido assim que o terminei. Ao experimentá-lo, estragou-se. Das duas uma, ou foi azelhice minha ou foi culpa do fecho. Acho que foi culpa do fecho barato que comprei. Comprei um de boa marca, que me custou os olhos da cara, e até agora não se estragou.

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Até à próxima! 🙂

O Marlow Dress

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A C. precisa de roupa de meia estação, leia-se vestidos, e quando dei de caras com este molde pensei, “Parece-me perfeito!” Na altura comprei o molde com desconto e o tecido foi mais um retalho do sítio do costume (Feira dos Tecidos). Inicialmente pensei em fazer uma saia para mim mas aqueles olhos grandes falaram mais alto, “Mamã, fazes-me um vestido?”. E pronto, assim foi. Tive algumas dúvidas com a cor do tecido. A cor é um pouco escura e tive receio que se tornasse demasiado pesada para uma miúda de sete anos. Mas logo me apaziguei. Ela gosta tanto de rosa que por mais escuro que o vestido fosse nunca iria ficar com um aspecto demasiado sóbrio/colegial.

Agora é terminar o vestido que estou a fazer para mim e, depois, sou capaz de lhe fazer este. 😉

Aprender a aprender

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Por cá o Ensino Doméstico continua a todo o vapor. Agora que ela já lê tudo o que lhe aparece à frente (especialmente livros da Princesa Sofia) torna-se muito mais fácil de lhe mostrar as maravilhas do mundo e da Antiguidade. 🙂 Com a temática do Antigo Egipto explorou mapas, folheou livros de mitologia e de geografia, criou uma máscara digna de um faraó, montou uma pirâmide (o que veio mesmo a calhar visto estar a ensinar-lhe rudimentos de geometria) e meteu as mãos à obra com um Art Attack muito divertido.

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http://alphamom.com/family-fun/holidays/pharaohs-mummy-costume-diy-for-halloween/

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http://www.donteatthepaste.com/2010/05/pyramid-box.html

Na Matemática e Língua Portuguesa legos e banda desenhada têm sido uma ajuda útil para manter a motivação e o gosto pela aprendizagem.

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http://picklebums.com/free-printable-comic-book-templates/

E a isto se adicionam as actividades que ela frequenta fora de casa, até porque a mãe não sabe tudo e nem tem jeito para ensinar certas temáticas. E assim se vai por aqui, com calma e serenidade e sempre de olho no Pinterest. É graças ao Pinterest que tenho encontrado actividades fantásticas para fazer com ela. Que falta me fez há uns anos atrás…

Flower Power

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Adoro flores. Adoro tecidos estampados o que me faz gostar ainda mais de flores. Ou será ao contrário? E adoro cor-de-rosa. Na semana passada passei pela Feira dos Tecidos e encontrei um retalho super florido, cor de rosa e muito económico. Não lhe resisti. Assim que o vi percebi logo o que faria com ele. Quando comecei a costurar fiz este mesmo modelo, mas na versão vestido.

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Nunca o vesti. Achava que me ficava mal, vá-se lá perceber porquê. Tinha um corpinho que vestia 36 e na minha cabeça achava que ficava com as banhas à mostra. Tolices infantis…

Esta semana recuperei a revista do fundo do baú e tracei um 40.

Desta vez simplifiquei a execução da t-shirt ignorando as instruções bizarras que a Burda dá para peças de roupa jersey. E não voltei a cometer o erro de fechar as pregas como fiz em 2011. Só lamento não ter trazido um retalho igual para fazer a versão vestido. Adoro o corte e acho-o muito feminino. E lá está: tem flores cor-de-rosa. 🙂

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Agora a seguir vou fazer um vestido… também com estampado de flores! 😀

 

Vestido Scarlet

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Encontrei este molde gratuito enquanto andava a investigar a revista B-Inspired. Há uma papelaria aqui perto que costuma receber esta e outras revistas da mesma editora. Achei que seria um bom ponto de partida usar um molde gratuito antes de comprar qualquer uma das revistas. O molde tem poucas instruções, nada a que já não esteja habituada, e a execução foi muito simples e rápida. O tecido veio daqui e o vestido já está feito há mais de um mês. A C. gosta tanto do vestido que tentar convencê-la a usar outra roupa tem sido uma tarefa homérica.

 

Parece-me que  no próximo mês acabarei por fazer outro vestido semelhante mas com um tecido mais fresquinho e primaveril. 😉

 

A Princesa Sofia

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A C. é uma grande fã da princesa Sofia. Com o dinheiro que recebeu dos avós pelos anos comprou não um, nem dois mas três livros da colecção. Sei que andam por aí a dizer que as princesas fazem mal às miúdas e até já criaram uma colecção de anti-princesas que merece o meu respeito e admiração. No entanto, alegarem que o interesse por princesas torna as meninas tontas, fúteis e pouco dadas ao conhecimento, parece-me ser algo descabido. A C. adora princesas e cor-de-rosa (tal como eu). Quer um microscópio para explorar as coisas pequenas que não consegue ver e nos últimos dias desenvolveu um interesse especial pelo antigo Egipto. Aliás, neste momento está  a ver um mini-documentário para crianças sobre esse tema. Se meninos podem brincar com bonecas e meninas com carros, qual o motivo para não se aceitar que sempre existirão meninas que irão querer ser princesas e meninos que irão preferir ser cavaleiros valentes?

Como tal, quando ela me pediu um vestido de princesa Sofia para os anos dela, achei o máximo e meti as mãos à obra. Usei este molde da Burda:

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Todos os tecidos e fitas vieram da tecidos.com.pt. Antes de encomendar pedi amostras e assim foi possível escolher a cor mais acertada.

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Eis o resultado. Também lhe fiz um saiote em tule para armar um pouco a saia. O vestido neste momento já tem algumas marcas de uso e já teve de ser lavado duas vezes. A C. só o tira na hora de tomar banho para ir para a cama e, como tal, tem vindo a sofrer com o uso intensivo.

Dou cinco estrelas a este projecto por me ter divertido tanto na sua construção e por ser a peça de roupa que fiz até hoje com mais uso acumulado. 🙂 E não, ela não sai com o vestido para a rua. 😛

Ensino da Matemática

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Acredito que quando se trata de facilitar a aprendizagem se deve usar o máximo de estratégias e de métodos diferentes. Julgo que o ensino da matemática, em especial, requer essa flexibilidade. Neste momento estou a reforçar a aprendizagem da subtracção até 20. Dei-lhe várias estratégias para resolver as subtracções (contagem pelos dedos, barras cuisenaire, contagem de objectos, uso da régua…) tal como já tinha feito com a adição. Interessa salientar que ela anda há cerca de dois meses a trabalhar a subtracção até 20. Considero inútil avançar na matéria sem que haja uma mestria total dos conteúdos anteriores. Tal como numa casa, os alicerces têm de ser bem construídos para que desastres futuros sejam evitados. É assim que vejo a aprendizagem das bases da matemática, neste caso da aritmética.

O método de Singapura oferece outra estratégia a adicionar às outras que já usei. Chama-se “Take from Ten” e o seu mecanismo de resolução é bastante interessante:

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Se ainda assim não conseguirem compreender, julgo que este vídeo poderá esclarecer as dúvidas que ainda persistirem: